Moda

Look do dia: Rose Palhares – (day 1)

Olá amores!!

O segundo look do primeiro dia do PFW é uma saia fluida, com babados e uma estampa MARAVILHOSA que só a Rose Palhares tem (haha). Uma t-shirt basiquinha para compor o look e esse chapéu deuso da Lisboa.

Olhem só:

1

PT4

5P

3P

2

 

Chapéu: Lisboa | Óculos: Garrett Leight | Camisa: Eyescream | Saia: Rose Palhares | Sandálias: Zara

Beiiijos ♥

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LFW: Day 3 (parte 2)

Oiii amores!

Para finalizar o último dia do Lisboa Fashion Week, fiz um resumo os os últimos 3 desfiles que eu mais gostei. Confiram.

Desfile 4 – Gonçalo Peixoto

Uma coleção da era do liberalismo feminino, onde formas de relação intrafeminina apresentam na contemporaneidade, absorvendo não só uma realidade em contexto nacional, mas também internacional.

Com uma abordagem edgy e silhuetas desconstruídas apropriadas pela natureza do streetstyle, Goncalo Peixoto assume um grande desafio no que diz respeito aos clássicos intemporais, revisitando-os e reinterpretando-os.

Desfile 5 – Kolovrat

O nome da Coleção Primavera/Verão, Passaporte, é para Kolovrat uma porta simbólica de contágio entre o que é sonhado e o que é real. Inspirado nos significados da palavra, foi criado uma coleção de cores vivas, embebida na expressão democrática, onde cada tecido, cada padrão, cada corte nos transporta a uma existência de libertação.

Confiram e se apaixonem:

Desfile 6 – Dino Alves 

TUDO O QUE SOMOS!

Inspirada na beleza interior, onde a beleza é a consequência do nosso carácter, da maneira de estarmos na vida, dos valores que defendemos, da luz e do carisma que emanamos pela soma de tudo isto. Dino ressalta que a moda é o que temos dentro de nós.  “Não é apenas a roupa, as marcas e a forma como nos vestimos que fazem de nós pessoas modernas e com estilo, mas muitas outras coisas que construímos interiormente e que não se veem.”

“As peças sobrepostas que mostram as peças que estão por baixo. Avesso para fora. Peças como suporte de uma série de registos de vários tipos que somados parecem construir o nosso interior. Peças feitas a partir da união de vários elementos, como se fosse uma colagem de registos. Manchas de cores, lembrando telas pintadas. Peças perfuradas a deixar ver o “nosso interior”. Transparências, misturas de estampados e texturas. Peças que parecem embrulhar o que temos dentro de nós.” – Dino Alves.

A paleta de cores foi o vermelho, lilás , amarelo, branco, preto, beges, azuis, verdes, castanhos e dourado.

Os materiais utilizados nessa coleção foi o algodão, organza, ganga, linho, seda, malhas, tule e telas.

Sou suspeita pra falar, por que eu ainda to em êxtase com essa coleção M A R A V I L H O S A do Dino. Se apaixonem:

Beiiiijos ♥

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LFW: Day 3 (parte 1)

Oiii amores!!

Confiram mais um dia de desfile do Lisboa Fashion Week.

Desfile 1 – Andrew Coimbra

A Coleção primavera/verão explora o espírito descontraído: leve, solto e esfuziante, mas com uma espontaneidade usada. Inspirada nos artistas contemporâneos (Jeans-François Lausa, Keith Coventry e John Zabawa), Andrew utilizou uma mistura de texturas e paletas de cores elegantes com base nos clássicos (preto, caqui e cinzento), acrescentando com o vermelho, amarelo e verde lima.

A silhueta resulta de um equilíbrio entre o streetwear casual e solto e um estilo urbano mais clássico e trabalhado, valendo-se de tecidos práticos com um toque de glamour.

Para o clima imprevisível da primavera, capas de nylon à prova de água e lã de Melton. Para trazer leveza, uma combinação de mistura de linho, crepe da china e algodão.

Desfile 2: Olga Noronha

“HIPNOPOMPIA”

Um desfile conceito, rico em histórias. Na Hipnopompia (nome de sua coleção) foi utilizado técnicas e estética do renascimento Italiano e Asiático, surgindo esculturas rígidas e naturalísticas que envolvem o corpo com um dinamismo do movimento.

Desfile 3: Filipe Faísca 

INOCÊNCIA

A coleção de Filipe Faísca revisita a história contada através do tradicional Bordado da Madeira integrando-o no guarda-roupa da mulher moderna.

Filipe utilizou como conceito:

“ABELHA: Símbolo de trabalho árduo. De vontade. D’alma. Como se de um bordado se tratasse.

BORBOLETA: Personificação máxima da beleza nipónica – a gueixa – a mulher que voa ao sabor da elegância.

LIBELINHA: Ponte entre tudo o que fomos e quase tudo aquilo que somos.

FLOR: Tão pura. Tão frágil. Tão mulher. Oh! A mulher… Sempre a mulher!”

Confiram:

Beiiijos ♥

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